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27/02/14

Sinais de vida

Um post por mês. Não é mau para um blogue que, até há pouco tempo, estava morto.

O livro novo ainda não está pronto, mas já tem capa (cortesia do Guilherme Condeixa, que atende visitas e serve chá e biscoitos aqui: http://pipeandbookcovers.wordpress.com/). Fica este recorte para deixar toda a gente preocupada com que aí virá.


23/01/14

Regresso à vida (por quanto tempo?)

É um bocado triste deixar o blogue pendurado na Zézinha Peniche. Aqui fica um resumo das partes que interessam do ano que passou. 

"Os Filhos da Revolução" é, desde abril, o meu segundo romance. O ebook está disponível gratuitamente em vários sítios, mas sobretudo aqui. A versão em papel custa dinheiro (não muito) e vende-se aqui

É pouco provável que volte a ser publicado por uma editora. Gostei das experiências que tive e trabalhei com gente muito competente e esforçada, mas prefiro este método. É mais imediato e posso controlar tudo. Claro que é muito mais difícil conseguir divulgação e conseguir ser levado a sério, mas já me resignei a ser obscuro e risível.

Além dos "Filhos", o PIDE preferido de Portugal tem uma história nova. Pode ser descarregada (também sem pagar) aqui.

Quanto ao futuro, estou a acabar um novo romance. Fala de religião e viagens no tempo e vai ser editado em português e inglês. Quando digo que "estou a acabar", quero dizer que já acabei uma das versões e estou a traduzi-la. Agradeço a rapidez da empreitada ao impulso da iniciativa "Nanowrimo" (afinal, é mesmo possível escrever um romance num mês). Lá para março haverá novidades.

Até já. Ou não.

17/05/12

Um estranho caso

 
Foi mais ou menos assim. Ia na rua, descansado da vida, e um indivíduo com aparência de mendigo atravessou-se-me à frente e deu-me uma pen usb. Percebi pelo olhar que não estava em si. Balbuciou qualquer coisa que me soou a "Nabiças... hrmmrmmm... zona económica exclusiva... grhmmrrmm... urina" e afastou-se a correr. Dentro da pen havia só esta imagem. Vou tentar perceber o que se passa e, quando souber mais pormenores, serão informados.

14/05/12

Quem adivinha o título?

Brevemente, publicarei um conto baseado num período específico da história portuguesa que terá um destes cinco títulos:

1 - As Aventuras Eróticas do Infante Dom Henrique

2 - A Invasão Francesa de Madame Du Maurier

3 - O Bode Hermafrodita de Viriato

4 - O Furúnculo de Salazar

5 - A Última Feijoada de Carlos I

Aceitam-se apostas.

22/03/12

aparição


"O povo russo finalmente liberto do jugo tirânico dos czares. Lenine dirigindo um discurso empolgado a uma praça a abarrotar de revolucionários fervorosos. Uma estranha figura de branco surgindo do nada e pairando sobre eles. Dogma contra dogma e uma profunda confusão." Aqui.

09/03/12

there's no business like (reality) show business



Apetece ler alguma coisa, mas não há vontade de assumir compromissos de longa duração com um livro? Talvez haja solução aqui.

Doze pessoas fechadas numa casa durante 4 meses, vigiadas 24 horas por dia por 10 milhões de almas curiosas. Será que tens o que é preciso para chegar ao fim da “Vigilância Cega”? 

28/02/12

choque (e smashwords)


A partir de agora, as historietas disponibilizadas em ebook transitam para a excelente plataforma do site smashwords.com. Procurem-me nesta página.

Para assinalar a mudança de ares, uma história de paixão, perda e chapa amolgada.

31/01/12

escrever para afugentar a crise

Dou-vos um parágrafo e podem completá-lo como quiserem. É esse o jogo. Não há regras. O ponto de partida é meu, o resto do caminho é vosso e são livres de seguirem por onde acharem melhor. A personagem só tem nome e o contexto é vago. Decidam quem é, como é e o que fará a seguir. Levem o tempo que quiserem e usem os caracteres que vos apetecer. Completem a história numa linha, num parágrafo ou em oitenta páginas. Fica inteiramente ao vosso critério. Ou não completem e deixem tudo ainda mais suspenso do que estava no início. Depois, enviem-me o resultado (usem isto). Não é um concurso, não há prémio, menção honrosa ou reprovação. Vale tudo. Vou publicando os resultados por aqui e prometo escrever o nome dos autores a negrito para deixar bem claro como os respeito. Estamos entendidos? Vá. Façam-me a vontade. 

Começa assim:

Penélope Machine não devia nada a ninguém. Não tinha inimigos. Nem sequer tinha amigos dignos desse nome por imposição de uma actividade profissional que não escolhera e que proibia grandes contactos sociais. Os vizinhos não a conheciam. Não sabiam como se chamava ou o que fazia. Desconheciam os seus hábitos, as horas de entrada e de saída. Muitos, quando com ela se cruzavam, jurariam que era a primeira vez que a viam, apesar de não ser verdade. Não a incomodava. Preferia que fosse assim e facilitava-lhe muito a vida. Eliminados credores, inimigos, amigos ou vizinhos, não restava ninguém que pudesse culpar por acordar zonza, dorida, obviamente drogada e com um cadáver nu e ainda quente na cama a seu lado. 

26/01/12

ego


Uma viagem muito breve aos meandros da arte, que alguém classificou algum dia como "esse mundo de desavergonhados". Aqui.

19/01/12

a quem possa interessar

Há uma nova história disponível aqui e na secção "Livros & Etc" do site. Nos formatos do costume.

Num futuro longínquo em que a razão reina suprema, a descoberta de um artefacto proveniente de uma era devastada por emoções primitivas traz o caos a uma estação arqueológica remota.

21/11/11

o livro que se segue

- É mesmo verdade que andas a escrever um livro infanto-juvenil?
- Claro que é.
- E podes provar?
- Claro que posso.

Portanto, em rigoroso exclusivo, aqui fica a estreia mundial de "Livro Ainda Sem Título Definitivo".